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A tecnologia impulsionou ainda mais os meios de pagamentos no Brasil
No Brasil, nunca houve tantos meios de pagamentos disponíveis para consumidores e empresas. Temos do tradicional boleto bancário ao pagamento via celular. Do cartão de crédito ao Pix.
No Brasil, nunca houve tantos meios de pagamentos disponíveis para consumidores e empresas. Temos do tradicional boleto bancário ao pagamento via celular. Do cartão de crédito ao Pix. São muitas opções para os mais diversos perfis.
Hoje, trouxemos algumas estatísticas, com base em dados públicos do Banco Central, para mostrar o cenário de meios de pagamento no último ano. Veja mais a seguir.
A ascensão do PIX É impossível não falarmos de Pix.
O meio de pagamento criado pelo Banco Central é um sucesso absoluto desde o seu lançamento e já superou meios de pagamentos mais consolidados e conhecidos dos brasileiros. É o caso do tradicional boleto.
O boleto, meio de pagamento vastamente utilizado há décadas perdeu a primeira posição em número de transações em março de 2021, de acordo com os dados do próprio BC. Por outro lado, em termos de valores, o Pix ainda precisa comer muito feijão com arroz.
O primeiro lugar fica na mão da TED, que é a abreviação para “Transferência Eletrônica Disponível”. A TED foi criada em 2002 pelo Banco Central e, em dezembro de 2022, foram movimentados R$3,8 trilhões em operações. O Pix, por outro lado, movimentou R$1,2 trilhão. Essa disparidade é explicada também pela possibilidade de Ted em valores muito maiores, para transferências internacionais entre bancos, empresas e outras instituições.
O Pix, como um meio de pagamento muito novo, ainda tem um caminho para se consolidar. De todo modo, sua curta trajetória de vida e os números alcançados já mostram que o Pix pode alcançar patamares muito superiores nos próximos anos.
De olho nos cartões
Os dados apresentados acima, contudo, não consideram outros meios de pagamentos importantes, como os cartões. Isso se dá por conta de uma defasagem nos dados mensais consolidados pelo Banco Central. Contudo, os últimos dados consolidados de maneira trimestral são do segundo trimestre de 2022 e, nessa perspectiva, o jogo muda um pouco.
Nesse período, o total de transações foi de mais de 20 bilhões, dos quais 27,1% foram transacionados via Pix - líder absoluto. Em segundo lugar, 19,7% das transações foram via cartão de crédito e 18,7% das transações foram via cartão de débito. O boleto responde por 11% do total de transações. Em reais, o jogo muda de novo e o Pix perde a coroa. Dos mais de R$23 trilhões movimentados em meios de pagamentos no Brasil no segundo trimestre de 2022, 43,6% foram via TED, líder absoluto.
O segundo lugar foi com transferências interbancárias (entre meios de pagamento de um mesmo prestador de serviços), correspondente a 20,7% do total transacionado. O terceiro lugar ficou com os boletos, que representam 12,7% do total transacionado no segundo trimestre de 2022.
O Pix, por sua vez, aparece somente em quarto lugar, sendo o responsável por 10,7% do total transacionado no período. Os cartões de crédito e débito estão bem abaixo nesse ranking, sendo responsáveis por 2,1% e 1% das transações, respectivamente.
A título de curiosidade, os cartões pré-pagos tiveram uma taxa de crescimento significativa desde 2019, mas no segundo trimestre de 2022 foram responsáveis por somente 0,2% das transações feitas pelos brasileiros.
A tecnologia nos meios de pagamentos
Apesar dos números apresentados acima, o que a ascensão do Pix e, em alguma medida, do próprio TED, mostram pra gente é a importância da tecnologia para dinamizar os meios de pagamentos. Eles facilitam as transações entre pessoas e empresas, mas também proporcionam inclusão financeira. As tecnologias de informação e comunicação (TICs) vem dominando o sistema financeiro.
Em 2022, houve um aumento de 7,8% nas transações e pagamentos pelo celular, na comparação do 1° com o 2° trimestre (últimos dados disponíveis). Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de impressionantes 14,9% .
Estes dados nos mostram a dominância da tecnologia nos meios de pagamentos, seja pela tarifa zero, seja pela desburocratização ou ainda pela facilidade de acesso. E é nesse contexto que a Swap surge para ajudar as empresas a lançarem suas fintechs de maneira absurdamente rápida.
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