ENTREVISTA
Febraban Tech 2026 - Painel sobre Hiperespecialização: por que o futuro do embedded finance é o BaaS
Record News
Sobre a entrevista
No painel do Febraban Tech 2026, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, defende que a especialização não pode ficar só com quem atende o cliente final. O provedor de BaaS também precisa conhecer cada segmento. Com a IA derrubando o custo de software, dá para customizar a solução sem perder escala.
O que você vai ouvir
Por que muitas plataformas B2B passaram a se adaptar ao BaaS, e não o contrário, e como isso travou produtos com grande base de clientes.
A verticalização da Swap: ledger próprio, emissão e processamento de cartões em todas as bandeiras e conexão direta com STR, SPI e SLC.
O efeito do white label no prazo de lançamento: de 3 a 12 meses via integração para 1 a 2 meses com app e portal prontos.
Professional services: time da Swap dentro da operação do cliente, entregando novas funcionalidades em menos de um mês, contra cerca de 9 meses no modelo tradicional.
Os lançamentos anunciados no evento: consignado privado e cartão de recebíveis.
Citação em destaque
"Não é possível entregar uma solução na ponta que seja realmente aderente à necessidade delas se você não é verticalizado." Ury Rappaport
FAQ
O que é hiperespecialização em Banking as a Service? É o provedor de BaaS desenhar produto, integração e regras de negócio para o segmento do cliente, como benefícios, despesas corporativas ou ERP, em vez de entregar só um conjunto padrão de APIs.
Quanto tempo leva para lançar um produto financeiro com white label? Segundo Ury, clientes que usam o app e o portal white label da Swap entram no ar em 1 a 2 meses. Integrações feitas do zero levavam de 3 a 12 meses.
Links internos:
Aplicativo white label: implementação e benefícios
Cartão de Recebíveis
Swap Talks 2: a nova era do SaaS
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