ENTREVISTAS

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Conversas e painéis com nossos especialistas em outros canais e eventos.

ENTREVISTAS, PALESTRAS E PAINÉIS

Ideias que movem a infraestrutura financeira.

Vídeo

Record News

Inovação e Negócios - 22/09/2026

Na segunda parte da conversa com Márcio Cogut, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que a Resolução Conjunta nº 16 define como Banking as a Service e por que mais regulação fortalece o mercado. Ele também mostra como empresas de software B2B criam valor quando passam a participar do fluxo de pagamento dos clientes.

O que você vai ouvir

  • BaaS segundo a regulação: um provedor regulado pelo Banco Central que presta serviços financeiros a uma empresa não regulada, que constrói o produto para o usuário final.

  • Por que a Swap pretende seguir subindo na escada de licenças e por que é cofundadora da Associação Brasileira de Banking as a Service.

  • O portfólio atual: conta com Pix, TED e boleto, emissão e processamento de cartões, consignado privado e cartão de crédito com trava de recebíveis.

  • A tese B2B: para cada linha do P&L existe um software tentando otimizá-la, e ele ganha controle e automação quando passa a operar conta e cartão.

  • Como a infraestrutura compartilhada viabiliza projetos menores e especializados, que competem com grandes bancos.

Citação em destaque

"Se você quer ser um banking as a service, ou seja, um banco como serviço, o melhor é que você seja um banco." Doug Storf


FAQ

  • O que é Banking as a Service segundo a Resolução Conjunta nº 16? É a prestação de serviços financeiros por uma instituição regulada pelo Banco Central a uma empresa não regulada, que usa essa estrutura para oferecer o produto ao usuário final.

  • Que empresas usam a infraestrutura da Swap? Empresas de software B2B que gerenciam uma linha de custo dos clientes, como folha e benefícios, despesas corporativas, frotas, ERPs e marketplaces.

Links internos: Banking as a Service: o que é e como funciona · Despesas Corporativas · 2026 é um teste para o novo marco regulatório das IPs ·


Assista também a parte 1.

Vídeo

Record News

Inovação e Negócios - 18/09/2026

Nesta entrevista ao programa Inovação e Negócios, da Record News, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, conta como a tentativa de lançar o 99 Pay revelou a falta de provedores com API e modelo para operar um produto financeiro próprio. A Swap nasceu em 2018 para ocupar esse espaço.

O que você vai ouvir

  • Por que a criação da instituição de pagamento (2013) e da SCD (2017) abriu espaço para empresas de infraestrutura financeira.

  • O que faltava em 2018: fornecedores sem API, que entregavam um sistema fechado em vez de deixar a empresa construir o próprio produto.

  • Os três ganhos de colocar uma conta dentro de uma plataforma: acesso para quem não tinha conta, pagamento sem fricção e ganho econômico com a transação.

  • Como a Swap captou (pré-seed em 2018, seed em 2020, Série A em 2021) e por que investiu em time e tecnologia, e não em aquisição de usuário final.

Citação em destaque

"O novo paradigma é que a empresa quer ter o controle. Ela quer gerir e construir o produto em cima da infraestrutura." Doug Storf


FAQ

  • Quando a Swap foi fundada? Em outubro de 2018, por Doug Storf e Ury Rappaport, depois de trabalharem com pagamentos na 99.

  • Por que a Swap quase não aparece para o consumidor final? Porque no modelo B2B2B2C quem se relaciona com o usuário é o cliente da Swap. O investimento da Swap vai para a relação com as empresas que usam a infraestrutura.

Links internos: Conta PJ · Meios de pagamento: quem faz tudo acontecer? ·

Assista também a parte 2

Vídeo

Febraban Tech

Febraban Tech 2026 - Painel sobre Hiperespecialização: por que o futuro do embedded finance é o BaaS

No painel do Febraban Tech 2026, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, defende que a especialização não pode ficar só com quem atende o cliente final. O provedor de BaaS também precisa conhecer cada segmento. Com a IA derrubando o custo de software, dá para customizar a solução sem perder escala.

O que você vai ouvir

  • Por que muitas plataformas B2B passaram a se adaptar ao BaaS, e não o contrário, e como isso travou produtos com grande base de clientes.

  • A verticalização da Swap: ledger próprio, emissão e processamento de cartões em todas as bandeiras e conexão direta com STR, SPI e SLC.

  • O efeito do white label no prazo de lançamento: de 3 a 12 meses via integração para 1 a 2 meses com app e portal prontos.

  • Professional services: time da Swap dentro da operação do cliente, entregando novas funcionalidades em menos de um mês, contra cerca de 9 meses no modelo tradicional.

  • Os lançamentos anunciados no evento: consignado privado e cartão de recebíveis.

Citação em destaque

"Não é possível entregar uma solução na ponta que seja realmente aderente à necessidade delas se você não é verticalizado." Ury Rappaport

FAQ

  • O que é hiperespecialização em Banking as a Service? É o provedor de BaaS desenhar produto, integração e regras de negócio para o segmento do cliente, como benefícios, despesas corporativas ou ERP, em vez de entregar só um conjunto padrão de APIs.


  • Quanto tempo leva para lançar um produto financeiro com white label? Segundo Ury, clientes que usam o app e o portal white label da Swap entram no ar em 1 a 2 meses. Integrações feitas do zero levavam de 3 a 12 meses.

Links internos:
Aplicativo white label: implementação e benefícios
Cartão de Recebíveis
Swap Talks 2: a nova era do SaaS

Podcast

Let's Money

BaaS B2B com a Swap - Let's Money

No Let's Money Podcast, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que diferencia os provedores de Banking as a Service e por que a Swap trouxe para dentro de casa cada camada da operação. Ele fala dos segmentos atendidos, da Resolução Conjunta nº 16 e de onde a IA deve entrar na infraestrutura bancária.

O que você vai ouvir

  • A analogia da hidrelétrica: infraestrutura custa mais e demora a ficar pronta, mas gera receita por mais tempo e é difícil de copiar.

  • As três camadas do produto: cash management (a conta), serviços financeiros (crédito e investimento) e back-office (regulatório, onboarding, KYC, antifraude e tesouraria), mais aplicações white label por segmento.

  • Por que bancos digitais tendem a internalizar o BaaS e empresas em que serviço financeiro não é o core seguem com um parceiro.

  • Proximidade como diferencial: o cliente influencia o roadmap e recebe comparativos com o peer group, sem que a Swap leve a estratégia de um cliente para outro.

  • Por que, para Doug, um agente de IA não vai se conectar direto ao Banco Central.

Capítulos (para a página e para o schema Clip)

Tempo

Tema

01:02

Quem é Doug Storf e os números da Swap

22:39

Por que a Swap internalizou cada camada da operação

29:39

As três camadas do produto

33:07

Segmentos atendidos: benefícios, viagens, despesas, ERPs e marketplaces

46:06

Regulação do BaaS e a Resolução Conjunta nº 16

51:13

IA dentro do Banking as a Service

Citação em destaque

"A função do banking as a service vai continuar sendo a de prover a conexão entre o mundo que transaciona e o mundo regulado da infraestrutura bancária." Doug Storf


FAQ

  • Por que uma empresa B2B usaria um BaaS em vez de construir a própria instituição? Quando o serviço financeiro faz parte da proposta de valor mas não é o core, a exigência atual de capital e obrigações regulatórias torna a construção própria pouco viável, segundo Doug.

  • Quais segmentos a Swap atende? Benefícios, viagens, despesas corporativas, ERPs, marketplaces e gateways de pagamento.

Vídeo

Fintech Talks

Como Crescer 70% em um Mercado Cada Vez Mais Competitivo?

No Fintech Talks #127, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, conta como a Swap levou o cartão multibenefícios bandeirado a um mercado dominado por arranjos fechados. Ele explica as mudanças do novo PAT, os efeitos da Resolução Conjunta nº 16 e de onde vem o crescimento previsto para 2026.

O que você vai ouvir

  • Como surgiu o arranjo aberto em benefícios: o primeiro cliente queria um arranjo fechado por QR code, e a Swap propôs o cartão bandeirado para resolver a aceitação. O primeiro produto foi para a rua em cerca de 6 meses.

  • Multissaldo com controle por categoria de estabelecimento: o uso fica restrito e auditável, como no arranjo fechado.

  • O novo PAT, nas palavras de Doug: teto de 3,6% na taxa cobrada do estabelecimento, liquidação padronizada em 15 dias e abertura obrigatória do arranjo acima de 500 mil vidas, com a interoperabilidade ainda em definição.

  • Produtos criados com a bandeira: benefício e saldo livre no mesmo cartão, e arranjo bandeirado convivendo com o fechado, uma porta de entrada para operadoras que precisam se adequar.

  • Resolução Conjunta nº 16: mais governança, capital e diligência. Segundo Doug, os pedidos de novas licenças caíram de cerca de 15 para 2 por mês.

  • A Swap hoje: lucrativa desde dezembro de 2023, mais de 40 clientes em benefícios e implantação média de cerca de 4 meses.

Citação em destaque

"Um dos pilares que a gente tem de construção de produto passa pela especialização." Doug Storf

FAQ

  • O que muda com o novo PAT para as operadoras de benefícios? Segundo Doug Storf, a regulamentação limita a 3,6% a taxa cobrada do estabelecimento, padroniza a liquidação em 15 dias e obriga arranjos com mais de 500 mil vidas a se abrirem.

  • Um cartão de benefícios bandeirado pode ser usado em qualquer loja? Não. Cada saldo pode ser restrito a uma categoria de estabelecimento, como restaurantes ou supermercados, com relatórios que mostram onde o dinheiro foi usado.

  • Quanto tempo leva para lançar um produto com a Swap? Em média, cerca de 4 meses. Clientes que já tinham aplicativo e estrutura pronta entraram no ar em duas semanas.

Links internos: Benefícios Flexíveis · Benefícios flexíveis: qual o impacto do novo PAT? · Arranjo de pagamento aberto · Swap e Mastercard: cartão de benefícios flexível ·

Podcast

Fintech Talks

Fintech Talks #127 - A transformação do mercado de benefícios no Brasil - Doug Storf / Swap

Neste corte do Fintech Talks #127, Doug Storf, CEO da Swap, explica por que a empresa projeta crescer entre 50% e 70% em 2026 num mercado de benefícios disputado. O crescimento vem da migração de operadoras do arranjo fechado para o aberto ou híbrido, de novos produtos e da expansão de quem já é cliente.

O que você vai ouvir

  • A Swap atende mais de 40 empresas de benefícios, num mercado em que o próprio conselho via espaço para três ou quatro grandes players.

  • As quatro fontes de crescimento: o mercado, os clientes atuais, novos entrantes e a migração de volume do arranjo fechado.

  • O pacote contratado pelos clientes: processamento, banking (Pix, boleto e TED), KYC e antifraude.

Citação em destaque

"A gente está muito bem posicionado para capturar esse volume adicional." Doug Storf

FAQ

  • De onde vem o crescimento da Swap em benefícios? Da combinação de crescimento do mercado, aumento de volume dos clientes atuais, novos players e migração de operadoras do arranjo fechado para o aberto ou híbrido, puxada pelo novo PAT.

Links internos: Benefícios Flexíveis · Benefícios flexíveis: o que são e o que muda com o novo PAT

Podcast

Onfly

Decola Talks #06 | Como transformar viagens corporativas em eficiência financeira

No episódio 6 do Decola Talks, da Onfly, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, explica como a gestão de despesas corporativas deixou de ser um processo administrativo. Com gastos conciliados em tempo real, o financeiro mede o retorno de cada área, e plataformas de viagem passam a oferecer serviços financeiros.

O que você vai ouvir

  • Transparência por gasto: rateio, retorno por área e conciliação em tempo real, integrados à plataforma de viagens.

  • Para a plataforma, o gasto do cliente vira volume transacionado e receita.

  • Viagem como parte do custo de aquisição: Ury propõe medir pelo lifetime value, porque a relação presencial gera confiança em vendas B2B.

  • A próxima onda de pagamentos é B2B: crédito, conciliação e integração com ERP.

  • Convergência entre viagens, despesas e conta PJ, com plataformas de viagem atuando como banco dos seus clientes.

  • O primeiro bloco traz Aline Chiba, da Arco Educação, sobre procurement e política de viagens.

Citação em destaque

"Quando você entra num banco, é exatamente a mesma coisa que entrar num supermercado. Cada um daqueles botões é uma prateleira de serviços." Ury Rappaport

FAQ

  • Como plataformas de viagens corporativas podem oferecer serviços financeiros? Usando uma infraestrutura de Banking as a Service para embutir conta, cartão corporativo e conciliação na própria plataforma, como faz a Onfly com a Swap.

  • Viagem corporativa é despesa ou investimento? Para Ury, é investimento quando entra no cálculo de aquisição e retenção de clientes, medido pelo lifetime value.

Links internos: Despesas Corporativas · Conta PJ · Swap Cast com a Onfly

Podcast

Alavancados Podcast

A dor que virou um negócio bilionário - a história da SWAP! | Doug Storf | Ep#26

No episódio 26 do Alavancados, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, conta a história da empresa desde a 99. Ele explica como o primeiro caso de uso criou o cartão de benefícios bandeirado, por que a Swap construiu processadora e ledger próprios e como atravessou 2020 sem caixa até colocar a infraestrutura própria no ar.

O que você vai ouvir

  • Os números citados por Doug: cerca de 150 programas, mais de 8 milhões de cartões emitidos e cerca de R$ 20 bilhões transacionados por ano.

  • Na 99, um cartão pré-pago para o motorista receber na hora virou vantagem competitiva e originou a tese da Swap.

  • O desafio técnico do multissaldo: na processadora de mercado eram 16 produtos de cartão para combinar 4 categorias, o que levou a Swap a criar processadora, ledger e KYC próprios.

  • 2020: o investidor saiu no começo da pandemia e metade do time seguiu sem salário. A processadora entrou no ar em setembro de 2020 e a Swap chegou a US$ 1 milhão de receita recorrente anual em junho de 2021.

  • Resultado: lucro desde dezembro de 2023 e, em 2025, receita crescendo cerca de 60% e lucro quatro vezes maior.

  • Próximos passos: participação direta no Pix e entrada em crédito, com cautela.

Citação em destaque

"Se eu estou com todos os recursos aqui e ainda assim não estou conseguindo fazer, tem um mercado gigantesco aqui." Doug Storf

FAQ

  • Como surgiu o cartão de benefícios bandeirado da Swap? Um cliente queria lançar benefícios com QR code em arranjo fechado. A Swap propôs um cartão bandeirado, que já resolvia a aceitação nos restaurantes, e criou o controle de saldos por categoria.

  • Por que a Swap tem processadora de cartões própria? Porque as processadoras de mercado não permitiam vários saldos e hierarquias de contas (cliente, empresa, funcionário) no mesmo cartão.

Links internos: 8 marcos históricos do mercado de benefícios no Brasil · Benefícios Flexíveis

Vídeo

New York Stock Exchange

Endeavor Swap Doug Storf Floor Talk ES

Em entrevista na Bolsa de Nova York (NYSE), Doug Storf, CEO e cofundador da Swap e empreendedor Endeavor, apresenta a Swap como infraestrutura para empresas oferecerem serviços financeiros com a própria marca. Ele explica por que a Swap não se posiciona como caixa de ferramentas e como ajudou a abrir o mercado de vale-refeição. Entrevista em inglês.

O que você vai ouvir

  • Um exemplo de cliente: a plataforma de despesas que trocou o reembolso por um meio de pagamento próprio.

  • Especialização por caso de uso, com pacotes prontos e white label, em vez de um conjunto genérico de APIs.

  • O vale-refeição no Brasil: a passagem do arranjo fechado para o aberto (Mastercard, Visa) e a competição com grandes incumbentes.

  • O papel da rede Endeavor na trajetória de Doug: mentores e pares.

Citação em destaque (tradução livre)

"Decidimos nos especializar em casos de uso específicos e oferecer uma solução de produto muito mais profunda para esses casos." Doug Storf

FAQ

  • O que a Swap faz? A Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, oferece a infraestrutura (conta, cartão, pagamentos e compliance) para que plataformas embutam serviços financeiros com a própria marca.

Links internos: Banking as a Service: o que é e como funciona · Benefícios Flexíveis

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Record News

Inovação e Negócios - 22/09/2026

Na segunda parte da conversa com Márcio Cogut, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que a Resolução Conjunta nº 16 define como Banking as a Service e por que mais regulação fortalece o mercado. Ele também mostra como empresas de software B2B criam valor quando passam a participar do fluxo de pagamento dos clientes.

O que você vai ouvir

  • BaaS segundo a regulação: um provedor regulado pelo Banco Central que presta serviços financeiros a uma empresa não regulada, que constrói o produto para o usuário final.

  • Por que a Swap pretende seguir subindo na escada de licenças e por que é cofundadora da Associação Brasileira de Banking as a Service.

  • O portfólio atual: conta com Pix, TED e boleto, emissão e processamento de cartões, consignado privado e cartão de crédito com trava de recebíveis.

  • A tese B2B: para cada linha do P&L existe um software tentando otimizá-la, e ele ganha controle e automação quando passa a operar conta e cartão.

  • Como a infraestrutura compartilhada viabiliza projetos menores e especializados, que competem com grandes bancos.

Citação em destaque

"Se você quer ser um banking as a service, ou seja, um banco como serviço, o melhor é que você seja um banco." Doug Storf


FAQ

  • O que é Banking as a Service segundo a Resolução Conjunta nº 16? É a prestação de serviços financeiros por uma instituição regulada pelo Banco Central a uma empresa não regulada, que usa essa estrutura para oferecer o produto ao usuário final.

  • Que empresas usam a infraestrutura da Swap? Empresas de software B2B que gerenciam uma linha de custo dos clientes, como folha e benefícios, despesas corporativas, frotas, ERPs e marketplaces.

Links internos: Banking as a Service: o que é e como funciona · Despesas Corporativas · 2026 é um teste para o novo marco regulatório das IPs ·


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Record News

Inovação e Negócios - 18/09/2026

Nesta entrevista ao programa Inovação e Negócios, da Record News, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, conta como a tentativa de lançar o 99 Pay revelou a falta de provedores com API e modelo para operar um produto financeiro próprio. A Swap nasceu em 2018 para ocupar esse espaço.

O que você vai ouvir

  • Por que a criação da instituição de pagamento (2013) e da SCD (2017) abriu espaço para empresas de infraestrutura financeira.

  • O que faltava em 2018: fornecedores sem API, que entregavam um sistema fechado em vez de deixar a empresa construir o próprio produto.

  • Os três ganhos de colocar uma conta dentro de uma plataforma: acesso para quem não tinha conta, pagamento sem fricção e ganho econômico com a transação.

  • Como a Swap captou (pré-seed em 2018, seed em 2020, Série A em 2021) e por que investiu em time e tecnologia, e não em aquisição de usuário final.

Citação em destaque

"O novo paradigma é que a empresa quer ter o controle. Ela quer gerir e construir o produto em cima da infraestrutura." Doug Storf


FAQ

  • Quando a Swap foi fundada? Em outubro de 2018, por Doug Storf e Ury Rappaport, depois de trabalharem com pagamentos na 99.

  • Por que a Swap quase não aparece para o consumidor final? Porque no modelo B2B2B2C quem se relaciona com o usuário é o cliente da Swap. O investimento da Swap vai para a relação com as empresas que usam a infraestrutura.

Links internos: Conta PJ · Meios de pagamento: quem faz tudo acontecer? ·

Assista também a parte 2

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Febraban Tech

Febraban Tech 2026 - Painel sobre Hiperespecialização: por que o futuro do embedded finance é o BaaS

No painel do Febraban Tech 2026, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, defende que a especialização não pode ficar só com quem atende o cliente final. O provedor de BaaS também precisa conhecer cada segmento. Com a IA derrubando o custo de software, dá para customizar a solução sem perder escala.

O que você vai ouvir

  • Por que muitas plataformas B2B passaram a se adaptar ao BaaS, e não o contrário, e como isso travou produtos com grande base de clientes.

  • A verticalização da Swap: ledger próprio, emissão e processamento de cartões em todas as bandeiras e conexão direta com STR, SPI e SLC.

  • O efeito do white label no prazo de lançamento: de 3 a 12 meses via integração para 1 a 2 meses com app e portal prontos.

  • Professional services: time da Swap dentro da operação do cliente, entregando novas funcionalidades em menos de um mês, contra cerca de 9 meses no modelo tradicional.

  • Os lançamentos anunciados no evento: consignado privado e cartão de recebíveis.

Citação em destaque

"Não é possível entregar uma solução na ponta que seja realmente aderente à necessidade delas se você não é verticalizado." Ury Rappaport

FAQ

  • O que é hiperespecialização em Banking as a Service? É o provedor de BaaS desenhar produto, integração e regras de negócio para o segmento do cliente, como benefícios, despesas corporativas ou ERP, em vez de entregar só um conjunto padrão de APIs.


  • Quanto tempo leva para lançar um produto financeiro com white label? Segundo Ury, clientes que usam o app e o portal white label da Swap entram no ar em 1 a 2 meses. Integrações feitas do zero levavam de 3 a 12 meses.

Links internos:
Aplicativo white label: implementação e benefícios
Cartão de Recebíveis
Swap Talks 2: a nova era do SaaS

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Let's Money

BaaS B2B com a Swap - Let's Money

No Let's Money Podcast, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que diferencia os provedores de Banking as a Service e por que a Swap trouxe para dentro de casa cada camada da operação. Ele fala dos segmentos atendidos, da Resolução Conjunta nº 16 e de onde a IA deve entrar na infraestrutura bancária.

O que você vai ouvir

  • A analogia da hidrelétrica: infraestrutura custa mais e demora a ficar pronta, mas gera receita por mais tempo e é difícil de copiar.

  • As três camadas do produto: cash management (a conta), serviços financeiros (crédito e investimento) e back-office (regulatório, onboarding, KYC, antifraude e tesouraria), mais aplicações white label por segmento.

  • Por que bancos digitais tendem a internalizar o BaaS e empresas em que serviço financeiro não é o core seguem com um parceiro.

  • Proximidade como diferencial: o cliente influencia o roadmap e recebe comparativos com o peer group, sem que a Swap leve a estratégia de um cliente para outro.

  • Por que, para Doug, um agente de IA não vai se conectar direto ao Banco Central.

Capítulos (para a página e para o schema Clip)

Tempo

Tema

01:02

Quem é Doug Storf e os números da Swap

22:39

Por que a Swap internalizou cada camada da operação

29:39

As três camadas do produto

33:07

Segmentos atendidos: benefícios, viagens, despesas, ERPs e marketplaces

46:06

Regulação do BaaS e a Resolução Conjunta nº 16

51:13

IA dentro do Banking as a Service

Citação em destaque

"A função do banking as a service vai continuar sendo a de prover a conexão entre o mundo que transaciona e o mundo regulado da infraestrutura bancária." Doug Storf


FAQ

  • Por que uma empresa B2B usaria um BaaS em vez de construir a própria instituição? Quando o serviço financeiro faz parte da proposta de valor mas não é o core, a exigência atual de capital e obrigações regulatórias torna a construção própria pouco viável, segundo Doug.

  • Quais segmentos a Swap atende? Benefícios, viagens, despesas corporativas, ERPs, marketplaces e gateways de pagamento.

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Fintech Talks

Como Crescer 70% em um Mercado Cada Vez Mais Competitivo?

No Fintech Talks #127, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, conta como a Swap levou o cartão multibenefícios bandeirado a um mercado dominado por arranjos fechados. Ele explica as mudanças do novo PAT, os efeitos da Resolução Conjunta nº 16 e de onde vem o crescimento previsto para 2026.

O que você vai ouvir

  • Como surgiu o arranjo aberto em benefícios: o primeiro cliente queria um arranjo fechado por QR code, e a Swap propôs o cartão bandeirado para resolver a aceitação. O primeiro produto foi para a rua em cerca de 6 meses.

  • Multissaldo com controle por categoria de estabelecimento: o uso fica restrito e auditável, como no arranjo fechado.

  • O novo PAT, nas palavras de Doug: teto de 3,6% na taxa cobrada do estabelecimento, liquidação padronizada em 15 dias e abertura obrigatória do arranjo acima de 500 mil vidas, com a interoperabilidade ainda em definição.

  • Produtos criados com a bandeira: benefício e saldo livre no mesmo cartão, e arranjo bandeirado convivendo com o fechado, uma porta de entrada para operadoras que precisam se adequar.

  • Resolução Conjunta nº 16: mais governança, capital e diligência. Segundo Doug, os pedidos de novas licenças caíram de cerca de 15 para 2 por mês.

  • A Swap hoje: lucrativa desde dezembro de 2023, mais de 40 clientes em benefícios e implantação média de cerca de 4 meses.

Citação em destaque

"Um dos pilares que a gente tem de construção de produto passa pela especialização." Doug Storf

FAQ

  • O que muda com o novo PAT para as operadoras de benefícios? Segundo Doug Storf, a regulamentação limita a 3,6% a taxa cobrada do estabelecimento, padroniza a liquidação em 15 dias e obriga arranjos com mais de 500 mil vidas a se abrirem.

  • Um cartão de benefícios bandeirado pode ser usado em qualquer loja? Não. Cada saldo pode ser restrito a uma categoria de estabelecimento, como restaurantes ou supermercados, com relatórios que mostram onde o dinheiro foi usado.

  • Quanto tempo leva para lançar um produto com a Swap? Em média, cerca de 4 meses. Clientes que já tinham aplicativo e estrutura pronta entraram no ar em duas semanas.

Links internos: Benefícios Flexíveis · Benefícios flexíveis: qual o impacto do novo PAT? · Arranjo de pagamento aberto · Swap e Mastercard: cartão de benefícios flexível ·

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Fintech Talks

Fintech Talks #127 - A transformação do mercado de benefícios no Brasil - Doug Storf / Swap

Neste corte do Fintech Talks #127, Doug Storf, CEO da Swap, explica por que a empresa projeta crescer entre 50% e 70% em 2026 num mercado de benefícios disputado. O crescimento vem da migração de operadoras do arranjo fechado para o aberto ou híbrido, de novos produtos e da expansão de quem já é cliente.

O que você vai ouvir

  • A Swap atende mais de 40 empresas de benefícios, num mercado em que o próprio conselho via espaço para três ou quatro grandes players.

  • As quatro fontes de crescimento: o mercado, os clientes atuais, novos entrantes e a migração de volume do arranjo fechado.

  • O pacote contratado pelos clientes: processamento, banking (Pix, boleto e TED), KYC e antifraude.

Citação em destaque

"A gente está muito bem posicionado para capturar esse volume adicional." Doug Storf

FAQ

  • De onde vem o crescimento da Swap em benefícios? Da combinação de crescimento do mercado, aumento de volume dos clientes atuais, novos players e migração de operadoras do arranjo fechado para o aberto ou híbrido, puxada pelo novo PAT.

Links internos: Benefícios Flexíveis · Benefícios flexíveis: o que são e o que muda com o novo PAT

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Onfly

Decola Talks #06 | Como transformar viagens corporativas em eficiência financeira

No episódio 6 do Decola Talks, da Onfly, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, explica como a gestão de despesas corporativas deixou de ser um processo administrativo. Com gastos conciliados em tempo real, o financeiro mede o retorno de cada área, e plataformas de viagem passam a oferecer serviços financeiros.

O que você vai ouvir

  • Transparência por gasto: rateio, retorno por área e conciliação em tempo real, integrados à plataforma de viagens.

  • Para a plataforma, o gasto do cliente vira volume transacionado e receita.

  • Viagem como parte do custo de aquisição: Ury propõe medir pelo lifetime value, porque a relação presencial gera confiança em vendas B2B.

  • A próxima onda de pagamentos é B2B: crédito, conciliação e integração com ERP.

  • Convergência entre viagens, despesas e conta PJ, com plataformas de viagem atuando como banco dos seus clientes.

  • O primeiro bloco traz Aline Chiba, da Arco Educação, sobre procurement e política de viagens.

Citação em destaque

"Quando você entra num banco, é exatamente a mesma coisa que entrar num supermercado. Cada um daqueles botões é uma prateleira de serviços." Ury Rappaport

FAQ

  • Como plataformas de viagens corporativas podem oferecer serviços financeiros? Usando uma infraestrutura de Banking as a Service para embutir conta, cartão corporativo e conciliação na própria plataforma, como faz a Onfly com a Swap.

  • Viagem corporativa é despesa ou investimento? Para Ury, é investimento quando entra no cálculo de aquisição e retenção de clientes, medido pelo lifetime value.

Links internos: Despesas Corporativas · Conta PJ · Swap Cast com a Onfly

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Inovação e Negócios - 22/09/2026

Na segunda parte da conversa com Márcio Cogut, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que a Resolução Conjunta nº 16 define como Banking as a Service e por que mais regulação fortalece o mercado. Ele também mostra como empresas de software B2B criam valor quando passam a participar do fluxo de pagamento dos clientes.

O que você vai ouvir

  • BaaS segundo a regulação: um provedor regulado pelo Banco Central que presta serviços financeiros a uma empresa não regulada, que constrói o produto para o usuário final.

  • Por que a Swap pretende seguir subindo na escada de licenças e por que é cofundadora da Associação Brasileira de Banking as a Service.

  • O portfólio atual: conta com Pix, TED e boleto, emissão e processamento de cartões, consignado privado e cartão de crédito com trava de recebíveis.

  • A tese B2B: para cada linha do P&L existe um software tentando otimizá-la, e ele ganha controle e automação quando passa a operar conta e cartão.

  • Como a infraestrutura compartilhada viabiliza projetos menores e especializados, que competem com grandes bancos.

Citação em destaque

"Se você quer ser um banking as a service, ou seja, um banco como serviço, o melhor é que você seja um banco." Doug Storf


FAQ

  • O que é Banking as a Service segundo a Resolução Conjunta nº 16? É a prestação de serviços financeiros por uma instituição regulada pelo Banco Central a uma empresa não regulada, que usa essa estrutura para oferecer o produto ao usuário final.

  • Que empresas usam a infraestrutura da Swap? Empresas de software B2B que gerenciam uma linha de custo dos clientes, como folha e benefícios, despesas corporativas, frotas, ERPs e marketplaces.

Links internos: Banking as a Service: o que é e como funciona · Despesas Corporativas · 2026 é um teste para o novo marco regulatório das IPs ·


Assista também a parte 1.

Vídeo

Record News

Inovação e Negócios - 18/09/2026

Nesta entrevista ao programa Inovação e Negócios, da Record News, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, conta como a tentativa de lançar o 99 Pay revelou a falta de provedores com API e modelo para operar um produto financeiro próprio. A Swap nasceu em 2018 para ocupar esse espaço.

O que você vai ouvir

  • Por que a criação da instituição de pagamento (2013) e da SCD (2017) abriu espaço para empresas de infraestrutura financeira.

  • O que faltava em 2018: fornecedores sem API, que entregavam um sistema fechado em vez de deixar a empresa construir o próprio produto.

  • Os três ganhos de colocar uma conta dentro de uma plataforma: acesso para quem não tinha conta, pagamento sem fricção e ganho econômico com a transação.

  • Como a Swap captou (pré-seed em 2018, seed em 2020, Série A em 2021) e por que investiu em time e tecnologia, e não em aquisição de usuário final.

Citação em destaque

"O novo paradigma é que a empresa quer ter o controle. Ela quer gerir e construir o produto em cima da infraestrutura." Doug Storf


FAQ

  • Quando a Swap foi fundada? Em outubro de 2018, por Doug Storf e Ury Rappaport, depois de trabalharem com pagamentos na 99.

  • Por que a Swap quase não aparece para o consumidor final? Porque no modelo B2B2B2C quem se relaciona com o usuário é o cliente da Swap. O investimento da Swap vai para a relação com as empresas que usam a infraestrutura.

Links internos: Conta PJ · Meios de pagamento: quem faz tudo acontecer? ·

Assista também a parte 2

Vídeo

Febraban Tech

Febraban Tech 2026 - Painel sobre Hiperespecialização: por que o futuro do embedded finance é o BaaS

No painel do Febraban Tech 2026, Ury Rappaport, cofundador da Swap, o Banking as a Service especializado em empresas B2B, defende que a especialização não pode ficar só com quem atende o cliente final. O provedor de BaaS também precisa conhecer cada segmento. Com a IA derrubando o custo de software, dá para customizar a solução sem perder escala.

O que você vai ouvir

  • Por que muitas plataformas B2B passaram a se adaptar ao BaaS, e não o contrário, e como isso travou produtos com grande base de clientes.

  • A verticalização da Swap: ledger próprio, emissão e processamento de cartões em todas as bandeiras e conexão direta com STR, SPI e SLC.

  • O efeito do white label no prazo de lançamento: de 3 a 12 meses via integração para 1 a 2 meses com app e portal prontos.

  • Professional services: time da Swap dentro da operação do cliente, entregando novas funcionalidades em menos de um mês, contra cerca de 9 meses no modelo tradicional.

  • Os lançamentos anunciados no evento: consignado privado e cartão de recebíveis.

Citação em destaque

"Não é possível entregar uma solução na ponta que seja realmente aderente à necessidade delas se você não é verticalizado." Ury Rappaport

FAQ

  • O que é hiperespecialização em Banking as a Service? É o provedor de BaaS desenhar produto, integração e regras de negócio para o segmento do cliente, como benefícios, despesas corporativas ou ERP, em vez de entregar só um conjunto padrão de APIs.


  • Quanto tempo leva para lançar um produto financeiro com white label? Segundo Ury, clientes que usam o app e o portal white label da Swap entram no ar em 1 a 2 meses. Integrações feitas do zero levavam de 3 a 12 meses.

Links internos:
Aplicativo white label: implementação e benefícios
Cartão de Recebíveis
Swap Talks 2: a nova era do SaaS

Podcast

Let's Money

BaaS B2B com a Swap - Let's Money

No Let's Money Podcast, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que diferencia os provedores de Banking as a Service e por que a Swap trouxe para dentro de casa cada camada da operação. Ele fala dos segmentos atendidos, da Resolução Conjunta nº 16 e de onde a IA deve entrar na infraestrutura bancária.

O que você vai ouvir

  • A analogia da hidrelétrica: infraestrutura custa mais e demora a ficar pronta, mas gera receita por mais tempo e é difícil de copiar.

  • As três camadas do produto: cash management (a conta), serviços financeiros (crédito e investimento) e back-office (regulatório, onboarding, KYC, antifraude e tesouraria), mais aplicações white label por segmento.

  • Por que bancos digitais tendem a internalizar o BaaS e empresas em que serviço financeiro não é o core seguem com um parceiro.

  • Proximidade como diferencial: o cliente influencia o roadmap e recebe comparativos com o peer group, sem que a Swap leve a estratégia de um cliente para outro.

  • Por que, para Doug, um agente de IA não vai se conectar direto ao Banco Central.

Capítulos (para a página e para o schema Clip)

Tempo

Tema

01:02

Quem é Doug Storf e os números da Swap

22:39

Por que a Swap internalizou cada camada da operação

29:39

As três camadas do produto

33:07

Segmentos atendidos: benefícios, viagens, despesas, ERPs e marketplaces

46:06

Regulação do BaaS e a Resolução Conjunta nº 16

51:13

IA dentro do Banking as a Service

Citação em destaque

"A função do banking as a service vai continuar sendo a de prover a conexão entre o mundo que transaciona e o mundo regulado da infraestrutura bancária." Doug Storf


FAQ

  • Por que uma empresa B2B usaria um BaaS em vez de construir a própria instituição? Quando o serviço financeiro faz parte da proposta de valor mas não é o core, a exigência atual de capital e obrigações regulatórias torna a construção própria pouco viável, segundo Doug.

  • Quais segmentos a Swap atende? Benefícios, viagens, despesas corporativas, ERPs, marketplaces e gateways de pagamento.

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