ENTREVISTA
Inovação e Negócios - 22/09/2026
Record News
Sobre a entrevista
Na segunda parte da conversa com Márcio Cogut, Doug Storf, CEO e cofundador da Swap, explica o que a Resolução Conjunta nº 16 define como Banking as a Service e por que mais regulação fortalece o mercado. Ele também mostra como empresas de software B2B criam valor quando passam a participar do fluxo de pagamento dos clientes.
O que você vai ouvir
BaaS segundo a regulação: um provedor regulado pelo Banco Central que presta serviços financeiros a uma empresa não regulada, que constrói o produto para o usuário final.
Por que a Swap pretende seguir subindo na escada de licenças e por que é cofundadora da Associação Brasileira de Banking as a Service.
O portfólio atual: conta com Pix, TED e boleto, emissão e processamento de cartões, consignado privado e cartão de crédito com trava de recebíveis.
A tese B2B: para cada linha do P&L existe um software tentando otimizá-la, e ele ganha controle e automação quando passa a operar conta e cartão.
Como a infraestrutura compartilhada viabiliza projetos menores e especializados, que competem com grandes bancos.
Citação em destaque
"Se você quer ser um banking as a service, ou seja, um banco como serviço, o melhor é que você seja um banco." Doug Storf
FAQ
O que é Banking as a Service segundo a Resolução Conjunta nº 16? É a prestação de serviços financeiros por uma instituição regulada pelo Banco Central a uma empresa não regulada, que usa essa estrutura para oferecer o produto ao usuário final.
Que empresas usam a infraestrutura da Swap? Empresas de software B2B que gerenciam uma linha de custo dos clientes, como folha e benefícios, despesas corporativas, frotas, ERPs e marketplaces.
Links internos: Banking as a Service: o que é e como funciona · Despesas Corporativas · 2026 é um teste para o novo marco regulatório das IPs ·
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